Sintese da economia e do porquê não se faz a coisa
mais fácil e certa: 07Abr14
Como sustentar a
economia de um país em bom termo , basta criar ,gerir e manter :
Metas
para a inflação;
Cambio flutuante
Austeridade fiscal .
Basta verificar o bom
histórico e os avanços na História da Gestão de governos de vários planetas
desta galáxia . As leis de mercado são próximas as da física , estão ai e se
você não as seguir , não sai do lugar , é natural e quase automático que as
sigamos . Então para iniciar não precisa inventar nada , comece não gastando
mais do que arrecada . Para que inventar varias intervenções estatais na
economia ? Para que congelar preços ? Segurar o Dolar ? Apostar em Políticas de
estimulo ao consumo , notadamente provisórias . Segurar preços de energéticos gera
uma bolha de fácil previsão de estouro . São medidas artificiais , populistas e
sem garantias de sucesso , é um erro.
Investimentos
procuram ambientes econômicos saudáveis sob gestão política coerente e clara. No Brasil atual os empresários guardam para o futuro as decisões relativas a
projetos de expansão, que é a chave para recolocar a economia em ritmo de maior
crescimento nos próximos anos. Sem ela, dificilmente sairemos da armadilha
atual, caracterizada pelo descompasso entre oferta de bens e serviços e a
demanda que há na sociedade. Não é, hoje, mais possível crescer aproveitando-se
da capacidade ociosa em setores críticos da economia, como aconteceu nos anos
de ouro do governo Lula.
Nos próximos anos teremos uma
conjuntura que mudou 180 graus em relação à década anterior, com o aparecimento
de gargalos macro e microeconômicos em todo o tecido econômico. Os principais
foram o deficit em conta-corrente de mais de 3% do PIB, o teto do endividamento
dos consumidores e o desemprego muito baixo pressionando salários.
A tentativa de reativar a economia pelo
consumo, em um ambiente de falta de confiança do empresário, gerou, como era
esperado, uma aceleração da inflação. O governo foi levado a implantar medidas
artificiais de controle de preço que, ao criar desequilíbrios econômicos e
financeiros em elos importantes do tecido produtivo, aumentaram ainda mais a
falta de confiança dos empresários no governo.
É necessário mudar .
O Governo, terá de promover uma
correção dos preços defasados -como combustíveis e energia elétrica- e assumir
um compromisso muito firme de manutenção da política fiscal voltada para a
execução de um superavit primário crível e capaz de convencer os investidores
sobre a estabilidade da dívida pública federal no futuro.
Finalmente, precisará compor uma equipe
econômica vista como sólida em seus princípios e com mandato claro para
executar uma política que trate de frente os problemas que vivemos hoje.
Outro desafio é a Corrupção , veja a
Petrobras ,
parece evidente que um ex-diretor que está em cana, usava, sim, a empresa em proveito
próprio, mas fazia também a corretagem a serviço de partidos. Só um idiota ou
um rematado canalha (ou ambos num só) não reconhecem que, se a Petrobras fosse
uma empresa privada, pagaria menos pelos serviços que contrata porque não seria
preciso pagar o "Imposto Corrupção".
Venham cá: por que um
partido político faz tanta questão de ter a diretoria de uma estatal? Para que
suas teses sobre refino de petróleo ou hidrologia triunfem sobre as de seus
rivais? Trata-se de uma luta de cavalheiros? Disputam as estatais para
alimentar a República dos Ladrões.
A disputa sobre mais
Estado ou menos na economia e na sociedade não é nova, mas só no Brasil o
assalto ao bem público promovido pelo estatismo se transformou numa categoria
de resistência dos "oprimidos". Basta ver a tecla na qual petistas e
congêneres decidiram bater: criticar a bandalheira na estatal seria falta de
amor pelo Brasil. Novamente idiotas ?
A solução fica na competência dos próximos gestores publicos .

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