sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sintese da economia e do porquê não se faz a coisa mais fácil e certa:                                                                                                     07Abr14

Como sustentar a economia de um país em bom termo , basta criar ,gerir e manter 
Metas para a inflação;
Cambio flutuante 
Austeridade fiscal .
Basta verificar o bom histórico e os avanços na História da Gestão de governos de vários planetas desta galáxia . As leis de mercado são próximas as da física , estão ai e se você não as seguir , não sai do lugar , é natural e quase automático que as sigamos . Então para iniciar não precisa inventar nada , comece não gastando mais do que arrecada . Para que inventar varias intervenções estatais na economia ? Para que congelar preços ? Segurar o Dolar ? Apostar em Políticas de estimulo ao consumo , notadamente provisórias . Segurar preços de energéticos gera uma bolha de fácil previsão de estouro . São medidas artificiais , populistas e sem garantias de sucesso  , é um erro.
Investimentos procuram ambientes econômicos saudáveis sob gestão  política coerente e clara. No Brasil atual os empresários guardam para o futuro as decisões relativas a projetos de expansão, que é a chave para recolocar a economia em ritmo de maior crescimento nos próximos anos. Sem ela, dificilmente sairemos da armadilha atual, caracterizada pelo descompasso entre oferta de bens e serviços e a demanda que há na sociedade. Não é, hoje, mais possível crescer aproveitando-se da capacidade ociosa em setores críticos da economia, como aconteceu nos anos de ouro do governo Lula.
Nos próximos anos teremos uma conjuntura que mudou 180 graus em relação à década anterior, com o aparecimento de gargalos macro e microeconômicos em todo o tecido econômico. Os principais foram o deficit em conta-corrente de mais de 3% do PIB, o teto do endividamento dos consumidores e o desemprego muito baixo pressionando salários.
A tentativa de reativar a economia pelo consumo, em um ambiente de falta de confiança do empresário, gerou, como era esperado, uma aceleração da inflação. O governo foi levado a implantar medidas artificiais de controle de preço que, ao criar desequilíbrios econômicos e financeiros em elos importantes do tecido produtivo, aumentaram ainda mais a falta de confiança dos empresários no governo.  É necessário mudar .
O Governo, terá de promover uma correção dos preços defasados -como combustíveis e energia elétrica- e assumir um compromisso muito firme de manutenção da política fiscal voltada para a execução de um superavit primário crível e capaz de convencer os investidores sobre a estabilidade da dívida pública federal no futuro.
Finalmente, precisará compor uma equipe econômica vista como sólida em seus princípios e com mandato claro para executar uma política que trate de frente os problemas que vivemos hoje.
Outro desafio é a Corrupção , veja a Petrobras , parece evidente que um ex-diretor que está em cana, usava, sim, a empresa em proveito próprio, mas fazia também a corretagem a serviço de partidos. Só um idiota ou um rematado canalha (ou ambos num só) não reconhecem que, se a Petrobras fosse uma empresa privada, pagaria menos pelos serviços que contrata porque não seria preciso pagar o "Imposto Corrupção".
Venham cá: por que um partido político faz tanta questão de ter a diretoria de uma estatal? Para que suas teses sobre refino de petróleo ou hidrologia triunfem sobre as de seus rivais? Trata-se de uma luta de cavalheiros? Disputam as estatais para alimentar a República dos Ladrões.

A disputa sobre mais Estado ou menos na economia e na sociedade não é nova, mas só no Brasil o assalto ao bem público promovido pelo estatismo se transformou numa categoria de resistência dos "oprimidos". Basta ver a tecla na qual petistas e congêneres decidiram bater: criticar a bandalheira na estatal seria falta de amor pelo Brasil. Novamente idiotas ?
A solução fica na competência dos próximos gestores publicos .




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